Racum Tecnologia

Estréia do PodForum

Estreou hoje um novo ponto-de-encontro virtual para criadores, entusiastas e ouvintes de Podcast: o PodForum, criado pelo editor do Podcast Escriba Cafe, conhecido no meio simplesmente como “Escriba“. 

O fórum é aberto ao público para leitura mas requer registro para discutir. Participe e divulgue, uma vez registrado respeite as regras e discuta o que achar relevante. A Nova Mídia brasileira só ganha com isso!

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Assinando Podcasts no Linux

Existe um consenso hoje que o melhor agregador de Podcasts é o iTunes: ele baixa, toca, sincroniza, arquiva e até mostra uma lista de Podcasts numa espécie de browser integrado. Mas infelizmente o iTunes não está disponível para Linux, e usar outros programas como agregadores de Podcast pode ser um tanto trabalhoso no começo.

Esse tutorial mostra como configurar seu Linux para baixar e tocar Podcasts de áudio e vídeo, Eu estou usando como base o Ubuntu Linux 8.04, que é bastante popular e automatiza boa parte do processo, mas os passos podem ser reproduzidos em outras distribuições modernas com pequenas mudanças. O agregador usado aqui é o Rhythmbox 0.11.x, presente na maioria das distribuições baseadas em Gnome.

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iTunes U Internacional

Depois de um ano no ar, a parte da iTunes Store dedicada ao conteúdo acadêmico, a “iTunes U” agora está listando e provendo conteúdo de universidades e escolas de mais 5 países: Reino Unido, Austrália, Canadá, Irlanda e Nova Zelândia; além da própria América do Norte que estreou o serviço e continua com a maior parte do conteúdo.

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Padrões para Propaganda

Podcast é um fenômeno natural, iniciado por indivíduos, o único padrão realmente obrigatório é o RSS, as ele só é usado na distribuição e não no conteúdo. Essa liberdade abre margem para um grande leque de formatos, de áudio em MP3 com baixo bitrate até vídeos em alta definição.

Do ponto de vista dos anunciantes essa liberdade toda custa o trabalho de se adaptar à cada conteúdo e formato, por exemplo: um anúncio em vídeo cheio de detalhes e textos pequenos não é indicado para dispositivos com telas pequenas; e um anúncio muito simples, com gráficos sem detalhes pode não explorar todo o potencial de um vídeo em HD.

Para contornar esse problema as agências estão definindo seus padrões de formato, que não são obrigatórios para os criadores de vídeo, mas simplificam bastante o processo de inserção de anúncios e por conseqüência a monetização.

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Pesquisa de Consumo de Vídeo por Dispositivo

Ipsos Insight publicou hoje (30/Maio) o resultado de sua pesquisa sobre a distribuição de tempo dedicado à cada dispositivo no consumo de vídeo. Os dados são a comparação de duas coletas de amostragem realizadas nos meses de Fevereiro de 2007 e 2008, e foram adquiridos por meio de pesquisa de campo no mercado americano.

Os resultados, como esperado, mostraram uma redução no tempo de consumo de vídeo em aparelhos de TV de 75% para 70%. Houve também um aumento de consumo em telas de computador de 11% para 19%, e media players de 1% para 2%. A pesquisa também mostra a distribuição do tempo de consumo dividido por idade.

A pesquisa não abrangeu o tipo de conteúdo consumido, apenas o tipo de dispositivo usado, assim não é possível saber se esse fenômeno está associado ou não aos Podcasts; mas podemos concluir que a audiência está se tornando mais tolerante a assistir vídeos em seus computadores e media players, o que indiretamente afeta os Podcasts.

O Press Release da pesquisa e seus resultados principais encontram-se no seguinte link:

PC Encroaching On TV’s Dominance In Share Of Screen Time With Digital Video Users

 

A Nova Velha Mídia

Se você é um podcaster e ainda não adicionou New Media ao seu vocabulário é bom se ligar: Nova Mídia não é uma “tendência”, é uma realidade! Não acredita? então compare as mudanças no nome da principal convenção mundial de podcasters:

  • 2005: Portable Media Expo and Podcasting Conference
  • 2006: Podcast and Portable Media Expo
  • 2007: Podcast and New Media Expo
  • 2008: New Media Expo

Identificou o padrão? No começo, em 2005 (ano de estréia do iPod Video), todos apostavam em portabilidade como selling-point dos podcasts, aos poucos o mercado percebeu o que realmente importa: o conteúdo! O mercado amadureceu, ficou mais consciente e criou uma terminologia mais abrangente.

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Oportunidades Mid-Tail Caso 4: Saúde

Este é o último artigo da série Mid-Tail, onde exploro as casos que não caem no interesse da Velha Mídia, mas podem ser ótimas oportunidades para Podcasters. Nos artigos anteriores estudamos os casos de temas como Turismo, Carros e Games.

Estudo de Caso: Saúde

O termo “Vida Saudável” hoje virou quase uma palavra de ordem: lota as academias, ajuda a vender iogurte, faz as pessoas calcular calorias e gera várias ondas de tratamentos alternativos.

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Oportunidades Mid-Tail Caso 3: Games

Para quem chegou agora esse artigo faz parte de uma série, onde exploro as oportunidades contidas nos assuntos pouco explorados pela Velha Mídia. Os artigos anteriores estudam os casos sobre Turismo e Carros, e o de Turismo também contém uma introdução teórica que explica o título da série.

Estudo de Caso: Games

A indústria de Games hoje é maior que a do cinema. E no Brasil o número de jogadores também é bem expressivo, apesar de nem sempre se refletir nos números do comércio por causa da pirataria; isso é um problema sócio-econômico, e não muda o fato que os brasileiros adoram jogar.

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Oportunidades Mid-Tail Caso 2: Carros

No primeiro artigo da série “Mid-Tail” vimos um pouco de teoria estatística e abordamos Podcasts sobre Turismo. Esse artigo dá continuidade à série explorando as possibilidades de um assunto que é paixão nacional.

Estudo de Caso: Carros

O Brasil tem mais de 23.500.000 carros, e a frota cresce mais rápido que a população! E quantas das 168 horas disponíveis por semana são dedicas à esse tema na rede aberta de TV? …uma média de 30 minutos por canal! Eu simplesmente não acredito que o interesse da audiência seja assim tão baixo. O que vemos aqui é um assunto do topo da cauda sendo negligenciado pela Velha Mídia.

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Oportunidades Mid-Tail Caso 1: Turismo

Antes de entrar no assunto propriamente dito precisamos de um pouco de teoria: existe um termo estatístico chamado “Long Tail” (”Cauda Longa“) que se refere ao modelo de distribuição onde os resultados maiores se destacam muito dos menores, mas os menores tendem a se prolongar em quantidade. Esse conceito é muito usado para explicar vários aspectos do mercado, como distribuição de renda, atividade industrial e o que nos interessa aqui: preferências de conteúdo.

As preferências de conteúdo são o que modelam a programação da TV, principalmente a rede aberta. Isso ajuda a explicar porque a programação das 4 maiores emissoras nacionais é absurdamente parecida. Temas populares como Noticiário, Novela, Futebol e Infantil são bastante explorados, e temas mais específicos ganham menos atenção e tempo porque a programação é limitada, afinal o dia tem um número fixo de horas e é natural que eles queiram lucrar, exibindo o que atrai a atenção da maioria.

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